21-06-2013, 19:06
[noticia=abola]Protestos provocaram segunda vítima mortal
Uma mulher que inalou gás lacrimogéneo durante as manifestações de quinta-feira, em Belém, capital do estado do Pará, morreu, esta sexta-feira tornando-se assim na segunda vítima mortal desde o início da onda de protestos que tem varrido o Brasil.
Segundo a imprensa brasileira, a vítima, uma empregada de limpeza, de 54 anos, foi hospitalizada ontem à noite depois de passar mal por ter inalado gás lacrimogéneo lançado pela polícia para dispersar os manifestantes, no local que iria limpar quando terminassem os protestos.
Os funcionários terão tentado proteger-se escondidos dentro de um monumento turístico, mas Cleonice Vieira de Moraes desmaiou após a explosão de uma bomba durante as manifestações, sofreu uma paragem cardíaca, foi reanimada pelos paramédicos e foi transportada para o hospital onde sofreu outra paragem cardíaca e acabou por morrer esta manhã.
Em declarações à Folha de São Paulo, a Polícia Militar revelou que «somente após um exames médicos poderá ser possível dizer se houve de facto responsabilidade da polícia na morte da mulher».
Esta é assim a segunda morte registada na sequência dos protestos dos últimos dias, depois de na quinta-feira, um jovem de 18 anos ter morrido depois de ser atropelado por um carro que tentou cortar o bloqueio dos manifestantes na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, numa rua que estava fechada pelo protesto.[/noticia]
Uma mulher que inalou gás lacrimogéneo durante as manifestações de quinta-feira, em Belém, capital do estado do Pará, morreu, esta sexta-feira tornando-se assim na segunda vítima mortal desde o início da onda de protestos que tem varrido o Brasil.
Segundo a imprensa brasileira, a vítima, uma empregada de limpeza, de 54 anos, foi hospitalizada ontem à noite depois de passar mal por ter inalado gás lacrimogéneo lançado pela polícia para dispersar os manifestantes, no local que iria limpar quando terminassem os protestos.
Os funcionários terão tentado proteger-se escondidos dentro de um monumento turístico, mas Cleonice Vieira de Moraes desmaiou após a explosão de uma bomba durante as manifestações, sofreu uma paragem cardíaca, foi reanimada pelos paramédicos e foi transportada para o hospital onde sofreu outra paragem cardíaca e acabou por morrer esta manhã.
Em declarações à Folha de São Paulo, a Polícia Militar revelou que «somente após um exames médicos poderá ser possível dizer se houve de facto responsabilidade da polícia na morte da mulher».
Esta é assim a segunda morte registada na sequência dos protestos dos últimos dias, depois de na quinta-feira, um jovem de 18 anos ter morrido depois de ser atropelado por um carro que tentou cortar o bloqueio dos manifestantes na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, numa rua que estava fechada pelo protesto.[/noticia]
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"

![[Imagem: XmXomj6.gif]](https://i.imgur.com/XmXomj6.gif)

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