07-01-2015, 12:01
[noticia=http://www.publico.pt/mundo/noticia/tiroteio-em-paris-faz-varias-vitimas-1681429]
Tiroteio ocorreu na sede do semanário Charlie Hebdo. Hollande fala em "acto de barbárie excepcional".
![[Imagem: 895289?tp=UH&db=IMAGENS]](http://imagens9.publico.pt/imagens.aspx/895289?tp=UH&db=IMAGENS)
Pelo menos onze pessoas foram mortas durante um tiroteio esta quarta-feira em Paris, contra as instalações de um jornal satírico francês.. A Câmara Municipal de Paris refere ainda dez feridos graves.
Entre as vítimas estão dois agentes da polícia, de acordo com a procuradoria da capital francesa, que confirmou o balanço do número de mortos.
Homens armados começaram a disparar perto da sede do jornal satíricoCharlie Hebdo, que em 2011 foi alvo de um outro ataque. Segundo uma fonte próxima, citada pela AFP, terão sido dois homens “armados com uma kalachnikov e um lança rockets” a disparar.
Dois homens com a cara coberta entraram no edifício, descreveu o jornalista Benoit Bringer à rádio France Info. “Alguns minutos depois, ouvimos muitos tiros”, disse Bringer. Os homens foram vistos em fuga.
O Presidente francês, François Hollande deslocou-se ao local do ataque, que qualificou como "um acto terrorista", em declarações aos jornalistas. "Um acto de uma barbárie excepcional foi cometido hoje em Paris sobre jornalistas", disse ainda Hollande, que confirmou o balanço de onze mortos e quatro feridos graves. Um número que não é final, acrescentou.
Hollande convocou uma reunião de emergência no Palácio do Eliseu para esta tarde. O nível de alerta de segurança Vigipirate foi elevado para o escalão máximo de "atentado terrorista" para toda a região parisiense. Segundo apurou o jornal Le Figaro, junto de fontes policiais, todas as redacções de órgãos de comunicação em Paris vão ter protecção policial extra.
Ainda não são conhecidas as motivações por trás do ataque.
Em Novembro de 2011, o jornal foi atacado e a redacção foi destruída por um cocktail Molotov, um dia depois da publicação satírica ter nomeado o Profeta Maomé como seu director, com uma caricatura de Maomé na capa. “100 chibatadas se não estás a rir”, dizia a caricatura do jornal, cujo nome tinha sido mudado para Charia Hebdo.
O jornal tinha sido, em 2007, um dos que reproduziu 12 cartoons controversos de Maomé, alvo de uma onda de indignação no mundo árabe, em solidariedade com o jornal dinamarquês que primeiro os publicou, oJyllands-Posten. [/noticia]
Já se fala que pode ter mão do Estado Islâmico.
Tiroteio ocorreu na sede do semanário Charlie Hebdo. Hollande fala em "acto de barbárie excepcional".
Pelo menos onze pessoas foram mortas durante um tiroteio esta quarta-feira em Paris, contra as instalações de um jornal satírico francês.. A Câmara Municipal de Paris refere ainda dez feridos graves.
Entre as vítimas estão dois agentes da polícia, de acordo com a procuradoria da capital francesa, que confirmou o balanço do número de mortos.
Homens armados começaram a disparar perto da sede do jornal satíricoCharlie Hebdo, que em 2011 foi alvo de um outro ataque. Segundo uma fonte próxima, citada pela AFP, terão sido dois homens “armados com uma kalachnikov e um lança rockets” a disparar.
Dois homens com a cara coberta entraram no edifício, descreveu o jornalista Benoit Bringer à rádio France Info. “Alguns minutos depois, ouvimos muitos tiros”, disse Bringer. Os homens foram vistos em fuga.
O Presidente francês, François Hollande deslocou-se ao local do ataque, que qualificou como "um acto terrorista", em declarações aos jornalistas. "Um acto de uma barbárie excepcional foi cometido hoje em Paris sobre jornalistas", disse ainda Hollande, que confirmou o balanço de onze mortos e quatro feridos graves. Um número que não é final, acrescentou.
Hollande convocou uma reunião de emergência no Palácio do Eliseu para esta tarde. O nível de alerta de segurança Vigipirate foi elevado para o escalão máximo de "atentado terrorista" para toda a região parisiense. Segundo apurou o jornal Le Figaro, junto de fontes policiais, todas as redacções de órgãos de comunicação em Paris vão ter protecção policial extra.
Ainda não são conhecidas as motivações por trás do ataque.
Em Novembro de 2011, o jornal foi atacado e a redacção foi destruída por um cocktail Molotov, um dia depois da publicação satírica ter nomeado o Profeta Maomé como seu director, com uma caricatura de Maomé na capa. “100 chibatadas se não estás a rir”, dizia a caricatura do jornal, cujo nome tinha sido mudado para Charia Hebdo.
O jornal tinha sido, em 2007, um dos que reproduziu 12 cartoons controversos de Maomé, alvo de uma onda de indignação no mundo árabe, em solidariedade com o jornal dinamarquês que primeiro os publicou, oJyllands-Posten. [/noticia]
Já se fala que pode ter mão do Estado Islâmico.
