01-02-2014, 13:02
stb1120, post: 140696, member: 2482 Escreveu:não há relação nenhuma, pegaste em duas coisas que não têm nada a ver, simplesmente. Numa praxe bem feita não há violência de nenhuma natureza, o que Ministro quis dizer é que ao início um gajo não gosta que estejam a gritar com ele mas passado algum tempo já nem liga, não há mal nenhum e começa-se a levar as coisas na desportiva.Como, obviamente, não percebeste, eu passo a explicar. O primeiro passo é entender algo muito simples: eu não estou a generalizar. Como disse no meu primeiro post, dar poder a idiotas dá sempre merda, portanto, onde isso é feito, dá merda. É desses sítios em específico que estou a falar. Estou a falar de sítios onde se fazem cenas geniais e memoráveis como encher túneis de comida e refrigerantes para a malta passar lá. Aparentemente o primeiro a vomitar ganha uma taça ou assim. Pontos bónus para os génios que tenham a ideia de meter merda de cavalo nessa agradável travessia. Sim, isto acontece. Gostava de poder dizer que estou a inventar só para favorecer o que estou a escrever, mas infelizmente não estou.
Segundo ponto: há uma série de pressões que são comuns às duas coisas. Se calhar não ficou claro no post principal, até porque quando se fala de violência doméstica as pessoas associam sempre ao homem bêbado e membro dos NN (por favor trigueiros não me mates, estou só a brincar) que chega a casa para enfardar na mulher. O contrário também acontece. Sabes porque é que em boa parte dos casos isso não é denunciado? Vergonha. Vergonha de como a sociedade irá olhar para um homem que leva na tromba de uma mulher. E olha que a mulher até podia ser a Trish Stratus ou a Chyna e o homem podia ser a forma humana do stickman. O mais provável era simplesmente aceitar o abuso e viver com ele. Habituava-se.
Se calhar assim fica mais claro. Porque sim, em certos sítios, se calhar convém referir isso, porque aparentemente não foi claro da primeira vez, as pessoas fazem-no por uma série de motivos. Seja por peer pressure, afinal, se os outros fazem e é na boa, porque é que vai ser ele a queixar-se? Seja pelo medo de ser posto de parte por não ter feito praxe e ser declarado como anti-praxe. Eu sei que é complicado de acreditar, mas essas coisas acontecem mesmo, não são coisas que eu inventei agora só porque sim. Aliás, se tivesse acabado de inventar teria pena de mim próprio, que é algo de muita fraca criatividade. Criatividade tem a TVI, que conseguiu ir ao chupa-mos copiar uma história troll e fazer disso uma reconstituição do que aconteceu no Meco. Isso sim!

Mas pronto, foi só um à parte. Mais uma vez vou dizer e talvez até meta a bold se no fim me apetecer: eu não estou a falar de onde a praxe realmente cumpre o seu propósito. Não sou anti-praxe, nem sou a favor, principalmente porque isso faz-me pensar que estou a dizer que aprovo a praxe como um todo ou o oposto. Nem uma, nem outra. Varia de sítio para sítio. Agora, não me venham é com contos de fadas. Os atestados de parvoíce passem a outros.
E é melhor nem trazermos para aqui as praxes que se fazem em certas secundárias. Essas sim, isso então é o Darwin Award no seu expoente máximo.
"The only one who can beat me, is me."
