12-02-2015, 14:02
[noticia=Trivela][B]20 grandes ídolos que nos fazem lembrar como o Parma já valeu bem mais que 1€
![[Imagem: Parma.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Parma.jpg)
O Parma nunca esteve entre os clubes mais tradicionais de Itália. A bem da verdade, a ascensão dos gialloblù só aconteceu graças ao dinheiro da Parmalat, que também se aproveitou do clube para cometer fraudes. Porém, para quem se lembra um pouco das grandes equipas montadas durante os anos 1990 e 2000, dá pena ver a situação actual do clube. Lanterna vermelha da Serie A, com apenas nove pontos em 21 jornadas, o Parma foi vendido pela segunda vez em dois meses. E pelo preço irrisório de 1€. Um valor apenas simbólico, diante da dívida de 200 milhões de euros que o novo presidente Giampietro Manenti deverá arcar, e 15 milhões necessários nas próximas semanas para que a falência não chegue.
“Vamos começar o nosso trabalha amanhã. Temos que dar prioridade ás necessidades imediatas, enquanto haverá tempo para os planos técnicos. Estaremos concentrados nos novos membros da direcção e honraremos os nossos compromissos a curto prazo. A atmosfera é serena, as pessoas parecem regeneradas”, declarou Manenti, na sua chegada. Já deve ter consciência que o recomeço acontece na segunda divisão, num país cujo futebol sofre bastante com o desgaste económico. E uma das primeiras medidas é emagrecer o plantel, que possui mais de 70 jogadores, a maioria espalhada em empréstimos.
Desde 1990/91, o Parma ausentou-se da primeira divisão por apenas uma temporada. Mesmo com a debandada de jogadores a partir da quebra da Parmalat, em 2000, e com a falência do clube em junho de 2004, os gialloblù conseguiram-se manter como uma equipa média. Chegaram mesmo a terminar o campeonato de 2013/14 na sexta posição, o que daria um lugar na Liga Europa. Porém, os problemas financeiros barraram-lhes a entrada na competição continental, o que deflagrou ainda mais a crise interna.
Para um clube que até á década de 1980 só havia disputado a Serie A uma vez, e que tinha como maiores feitos quatro títulos da Serie C (dois deles, sob o comando de Cesare Maldini e Arrigo Sacchi), a década de 1990 transformou-se num conto de fadas. Mesmo na liga mais rica do mundo na época, o dinheiro da Parmalat tornou os gialloblù uma potência nacional. Não a ponto de conquistar o Scudetto. Ainda assim, para chegar a um segundo lugar e a três Coppa Itália. E, além disso, tornar-se uma força secundária nas competições europeias, com dois títulos da Taça Uefa e uma Supertaça Europeia. Sem falar nos craques que vestiram a camisa amarela e azul.
Neste momento, os adeptos que visitaram o Ennio Tardini nestes anos precisam de se manter unidos em torno do clube. Dificilmente o clube terá a sorte de usufruir de um mecenato como o da Parmalat, mas poderá manter-se com as próprias pernas numa cidade de 200 mil habitantes. Talvez nem como um clube médio, mas para viver no limbo entre as duas primeiras divisões sem precisar desaparecer. Olhar para as glórias, agora, apenas nas páginas amareladas dos antigos jornais que narravam as epopeias de verdadeiras super equipas.
Abaixo, relembramos 20 grandes jogadores que marcaram os seus nomes no Parma. Uma lista que levou em conta, principalmente, o sucesso desses ídolos nos gialloblù. Se talento também entrasse na conta, poderiam estar aí também Stoichkov, Alex, Amoroso, Ortega e outros que não fizeram tanto pelo clube.
![[Imagem: Brolin.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Brolin.jpg)
Tomas Brolin – O maior símbolo da primeira era de ouro do Parma, o atacante acabou contratado logo após o Mundial de 1990, quando ainda era uma promessa de 21 anos. Fez fama com os gialloblù, tornando-se um dos astros da seleção sueca semifinalista do Mundial de 1994. Brilhou na conquista da Taça das Taças, batendo o Royal Antuérpia em Wembley.
![[Imagem: asprilla.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/asprilla.jpg)
Faustino Asprilla – Revelado pelo Atlético Nacional, o avançado centro foi levado para o Parma ainda jovem. Para liderar o ataque dos gialloblù nas suas primeiras grandes conquistas, até ser levado pelo Newcastle. O clube ajudou a impulsionar a sua imagem como astro da seleção colombiana, convocado pela primeira vez quando já estava em Itália.
![[Imagem: grun.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/grun.jpg)
Georges Grün – Considerado um dos melhores jogadores da história da seleção belga, o defesa foi o primeiro grande nome estrangeiro levado para o Parma. Trazido do Anderlecht, conquistou a Serie B, a Copa Itália e a Taça das Taças. Disputou três Campeonatos do Mundo, o de 1994 como jogador dos italianos.
![[Imagem: Apolloni.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Apolloni.jpg)
Luigi Apolloni – Outra bandeira do Parma, o defesa estava no clube antes da chegada da Parmalat. Contratado em 1987, disputou a Serie B durante quatro temporadas, até á conquista da promoção. Permaneceu até 1999, convocado também para o Mundial de 1994.
![[Imagem: Taffa.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Taffa.jpg)
Taffarel – A concorrência de Luca Bucci e Marco Ballotta, assim como o limite de estrangeiros, minaram os espaços de Taffarel no Parma. Mesmo assim, o brasileiro viveu bons momentos no Parma, especialmente nas suas duas primeiras temporadas. Voltou no final da carreira, para conquistar outra Coppa de Itália em 2002.
![[Imagem: Benarrivo.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Benarrivo.jpg)
Antonio Benarrivo – Um dos maiores símbolos da ascensão do Parma, o defesa chegou ao clube em 1991, permanecendo por 13 anos. Além de participar das principais conquistas dos gialloblù, colou o seu nome à seleção italiana, vice-campeão do mundo em 1994.
![[Imagem: zola.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/zola.jpg)
Gianfranco Zola – Um dos jogadores mais técnicos do futebol italiano, Zola explodiu no Napoli e o Parma contratou-o já tarimbado, para liderar a segunda geração do clube. Cumpriu a missão com a maestria que lhe era característica, conquistando uma Taça Uefa e uma Supertaça Europeia antes de sair para o Chelsea.
![[Imagem: Sensini.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Sensini.jpg)
Roberto Sensini – O central argentino tornou-se uma das lideranças do clube a partir de 1994, ajudando a formar uma geração de jovens defesas ao seu lado. Era o xerife nos principais títulos internacionais dos gialloblù e foi convocado para dois Mundiais quando estava no clube.
![[Imagem: Minotti.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Minotti.jpg)
Lorenzo Minotti – O defesa não é dos nomes mais conhecidos do público em geral, mas é eterno para a maioria dos adeptos do Parma. Referência do clube de 1987 a 1996, foi o grande capitão do primeiro esquadrão e foi o camisola 7 da Azzurra no Mundial dos EUA.
![[Imagem: Baggio.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Baggio.jpg)
Dino Baggio – O médio centro tornou-se um dos maiores ídolos da história do Parma, a principal liderança a partir da segunda era de ouro. Trazido da Juventus, Baggio foi titular por seis temporadas, levantando as taças em 1998/99, a temporada mais vitoriosa da história dos gialloblù.
![[Imagem: Thuram.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Thuram.jpg)
Lilian Thuram – Um dos melhores laterais da história viveu o seu ápice no Parma. Contratado ao Monaco, era parte fundamental na segunda geração de ouro, permanecendo no Parma entre 1996 e 2001. Ao lado de Júnior, é um dos dois jogadores do clube a sagrarem-se campeões do mundo.
![[Imagem: Buffon.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Buffon.jpg)
Gianluigi Buffon – O Parma poderia não ter o dinheiro da Parmalat. Ainda assim, teria o gosto de revelar o melhor guarda redes da história de Itália. Buffon chegou ao clube quando tinha 13 anos, tornando-se titular da equipa principal aos 18. Ali nascia a lenda, fundamental na conquista da Taça Uefa e da Coppa Itália.
![[Imagem: Chiesa.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Chiesa.jpg)
Enrico Chiesa – Trazido da Sampdoria, o atacante foi a grande personagem do Parma no segundo lugar da Serie A de 1996/97, numa super-equipa treinada por Carlo Ancelotti. Marcou 14 golos naquela campanha, sendo o melhor marcador da equipa. Também faturou uma Coppa Itália e uma Taça da Uefa.
![[Imagem: crespo.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/crespo.jpg)
Hernán Crespo – Maior goleador da história do Parma, Crespo viveu os seus melhores momentos justamente com a camisola azul e amarela. Referência ofensiva da equipa por quatro temporadas, marcou golos decisivos para conquistar uma Coppa Itália e uma Taça Uefa. Saiu para a Lazio por €55 milhões, na maior venda da história do clube.
![[Imagem: Cannavaro.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Cannavaro.jpg)
Fabio Cannavaro – O central surgiu no Napoli, mas fez o seu nome no futebol em Parma. Chegou ao Ennio Tardini aos 22 anos e permaneceu por lá por sete temporadas. Tornou-se titular absoluto da seleção italiana, disputando dois Campeonatos do Mundo quando ainda estava no clube.
![[Imagem: veron.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/veron.jpg)
Juan Sebastián Verón – Dono do meio-campo do Parma, Verón defendeu os gialloblù por apenas uma temporada, após um período de baixo rendimento na Sampdoria. Tempo suficiente para marcar o seu nome na história do clube, com a conquista de dois títulos. De lá, partiu para a Lazio.
![[Imagem: AP01110703845.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/AP01110703845.jpg)
Júnior – A gratidão dos adeptos do Parma com o lateral brasileiro é enorme. Não apenas pelos quatro anos de serviços prestados, mas pela importância na última grande conquista do clube. Júnior marcou o golo da vitória na Coppa Itália de 2001/02, na final contra a Juventus.
![[Imagem: nakata.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/nakata.jpg)
Hideotoshi Nakata – O craque japonês viveu os seus últimos momentos de glória no Ennio Tardini. Após passar pelo Perugia e pela Roma, o médio tornou-se a contratação mais cara da história do clube, posto que sustenta ainda hoje. Por €32,2 milhões, auxiliou na conquista de uma Coppa Itália.
![[Imagem: Adriano.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Adriano.jpg)
Adriano – O Imperador passou pouco tempo no Ennio Tardini, mas o suficiente para explodir no clube. O jovem tornou-se a revelação numa linha ofensiva potentíssima, ao lado de Mutu e Gilardino. Ajudou o clube a ser duas vezes 5º classificado na Serie A, antes de partir para o Inter.
![[Imagem: cassano.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/cassano.jpg)
Antonio Cassano – O último grande ídolo do Parma chegou ao clube em fim de carreira. Mesmo assim, Fantantonio liderou a equipa na ótima campanha da Serie A 2013/14, que lhe valeu uma convocatória para o Mundial de 2014. A crise, entretanto, abreviou a sua passagem pelos gialloblù, diante do possível regresso ao Bari, clube da sua cidade natal. [/noticia][/B]
Até me doi o coração.
![[Imagem: Parma.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Parma.jpg)
O Parma nunca esteve entre os clubes mais tradicionais de Itália. A bem da verdade, a ascensão dos gialloblù só aconteceu graças ao dinheiro da Parmalat, que também se aproveitou do clube para cometer fraudes. Porém, para quem se lembra um pouco das grandes equipas montadas durante os anos 1990 e 2000, dá pena ver a situação actual do clube. Lanterna vermelha da Serie A, com apenas nove pontos em 21 jornadas, o Parma foi vendido pela segunda vez em dois meses. E pelo preço irrisório de 1€. Um valor apenas simbólico, diante da dívida de 200 milhões de euros que o novo presidente Giampietro Manenti deverá arcar, e 15 milhões necessários nas próximas semanas para que a falência não chegue.
“Vamos começar o nosso trabalha amanhã. Temos que dar prioridade ás necessidades imediatas, enquanto haverá tempo para os planos técnicos. Estaremos concentrados nos novos membros da direcção e honraremos os nossos compromissos a curto prazo. A atmosfera é serena, as pessoas parecem regeneradas”, declarou Manenti, na sua chegada. Já deve ter consciência que o recomeço acontece na segunda divisão, num país cujo futebol sofre bastante com o desgaste económico. E uma das primeiras medidas é emagrecer o plantel, que possui mais de 70 jogadores, a maioria espalhada em empréstimos.
Desde 1990/91, o Parma ausentou-se da primeira divisão por apenas uma temporada. Mesmo com a debandada de jogadores a partir da quebra da Parmalat, em 2000, e com a falência do clube em junho de 2004, os gialloblù conseguiram-se manter como uma equipa média. Chegaram mesmo a terminar o campeonato de 2013/14 na sexta posição, o que daria um lugar na Liga Europa. Porém, os problemas financeiros barraram-lhes a entrada na competição continental, o que deflagrou ainda mais a crise interna.
Para um clube que até á década de 1980 só havia disputado a Serie A uma vez, e que tinha como maiores feitos quatro títulos da Serie C (dois deles, sob o comando de Cesare Maldini e Arrigo Sacchi), a década de 1990 transformou-se num conto de fadas. Mesmo na liga mais rica do mundo na época, o dinheiro da Parmalat tornou os gialloblù uma potência nacional. Não a ponto de conquistar o Scudetto. Ainda assim, para chegar a um segundo lugar e a três Coppa Itália. E, além disso, tornar-se uma força secundária nas competições europeias, com dois títulos da Taça Uefa e uma Supertaça Europeia. Sem falar nos craques que vestiram a camisa amarela e azul.
Neste momento, os adeptos que visitaram o Ennio Tardini nestes anos precisam de se manter unidos em torno do clube. Dificilmente o clube terá a sorte de usufruir de um mecenato como o da Parmalat, mas poderá manter-se com as próprias pernas numa cidade de 200 mil habitantes. Talvez nem como um clube médio, mas para viver no limbo entre as duas primeiras divisões sem precisar desaparecer. Olhar para as glórias, agora, apenas nas páginas amareladas dos antigos jornais que narravam as epopeias de verdadeiras super equipas.
Abaixo, relembramos 20 grandes jogadores que marcaram os seus nomes no Parma. Uma lista que levou em conta, principalmente, o sucesso desses ídolos nos gialloblù. Se talento também entrasse na conta, poderiam estar aí também Stoichkov, Alex, Amoroso, Ortega e outros que não fizeram tanto pelo clube.
![[Imagem: Brolin.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Brolin.jpg)
Tomas Brolin – O maior símbolo da primeira era de ouro do Parma, o atacante acabou contratado logo após o Mundial de 1990, quando ainda era uma promessa de 21 anos. Fez fama com os gialloblù, tornando-se um dos astros da seleção sueca semifinalista do Mundial de 1994. Brilhou na conquista da Taça das Taças, batendo o Royal Antuérpia em Wembley.
![[Imagem: asprilla.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/asprilla.jpg)
Faustino Asprilla – Revelado pelo Atlético Nacional, o avançado centro foi levado para o Parma ainda jovem. Para liderar o ataque dos gialloblù nas suas primeiras grandes conquistas, até ser levado pelo Newcastle. O clube ajudou a impulsionar a sua imagem como astro da seleção colombiana, convocado pela primeira vez quando já estava em Itália.
![[Imagem: grun.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/grun.jpg)
Georges Grün – Considerado um dos melhores jogadores da história da seleção belga, o defesa foi o primeiro grande nome estrangeiro levado para o Parma. Trazido do Anderlecht, conquistou a Serie B, a Copa Itália e a Taça das Taças. Disputou três Campeonatos do Mundo, o de 1994 como jogador dos italianos.
![[Imagem: Apolloni.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Apolloni.jpg)
Luigi Apolloni – Outra bandeira do Parma, o defesa estava no clube antes da chegada da Parmalat. Contratado em 1987, disputou a Serie B durante quatro temporadas, até á conquista da promoção. Permaneceu até 1999, convocado também para o Mundial de 1994.
![[Imagem: Taffa.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Taffa.jpg)
Taffarel – A concorrência de Luca Bucci e Marco Ballotta, assim como o limite de estrangeiros, minaram os espaços de Taffarel no Parma. Mesmo assim, o brasileiro viveu bons momentos no Parma, especialmente nas suas duas primeiras temporadas. Voltou no final da carreira, para conquistar outra Coppa de Itália em 2002.
![[Imagem: Benarrivo.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Benarrivo.jpg)
Antonio Benarrivo – Um dos maiores símbolos da ascensão do Parma, o defesa chegou ao clube em 1991, permanecendo por 13 anos. Além de participar das principais conquistas dos gialloblù, colou o seu nome à seleção italiana, vice-campeão do mundo em 1994.
![[Imagem: zola.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/zola.jpg)
Gianfranco Zola – Um dos jogadores mais técnicos do futebol italiano, Zola explodiu no Napoli e o Parma contratou-o já tarimbado, para liderar a segunda geração do clube. Cumpriu a missão com a maestria que lhe era característica, conquistando uma Taça Uefa e uma Supertaça Europeia antes de sair para o Chelsea.
![[Imagem: Sensini.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Sensini.jpg)
Roberto Sensini – O central argentino tornou-se uma das lideranças do clube a partir de 1994, ajudando a formar uma geração de jovens defesas ao seu lado. Era o xerife nos principais títulos internacionais dos gialloblù e foi convocado para dois Mundiais quando estava no clube.
![[Imagem: Minotti.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Minotti.jpg)
Lorenzo Minotti – O defesa não é dos nomes mais conhecidos do público em geral, mas é eterno para a maioria dos adeptos do Parma. Referência do clube de 1987 a 1996, foi o grande capitão do primeiro esquadrão e foi o camisola 7 da Azzurra no Mundial dos EUA.
![[Imagem: Baggio.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Baggio.jpg)
Dino Baggio – O médio centro tornou-se um dos maiores ídolos da história do Parma, a principal liderança a partir da segunda era de ouro. Trazido da Juventus, Baggio foi titular por seis temporadas, levantando as taças em 1998/99, a temporada mais vitoriosa da história dos gialloblù.
![[Imagem: Thuram.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Thuram.jpg)
Lilian Thuram – Um dos melhores laterais da história viveu o seu ápice no Parma. Contratado ao Monaco, era parte fundamental na segunda geração de ouro, permanecendo no Parma entre 1996 e 2001. Ao lado de Júnior, é um dos dois jogadores do clube a sagrarem-se campeões do mundo.
![[Imagem: Buffon.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Buffon.jpg)
Gianluigi Buffon – O Parma poderia não ter o dinheiro da Parmalat. Ainda assim, teria o gosto de revelar o melhor guarda redes da história de Itália. Buffon chegou ao clube quando tinha 13 anos, tornando-se titular da equipa principal aos 18. Ali nascia a lenda, fundamental na conquista da Taça Uefa e da Coppa Itália.
![[Imagem: Chiesa.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Chiesa.jpg)
Enrico Chiesa – Trazido da Sampdoria, o atacante foi a grande personagem do Parma no segundo lugar da Serie A de 1996/97, numa super-equipa treinada por Carlo Ancelotti. Marcou 14 golos naquela campanha, sendo o melhor marcador da equipa. Também faturou uma Coppa Itália e uma Taça da Uefa.
![[Imagem: crespo.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/crespo.jpg)
Hernán Crespo – Maior goleador da história do Parma, Crespo viveu os seus melhores momentos justamente com a camisola azul e amarela. Referência ofensiva da equipa por quatro temporadas, marcou golos decisivos para conquistar uma Coppa Itália e uma Taça Uefa. Saiu para a Lazio por €55 milhões, na maior venda da história do clube.
![[Imagem: Cannavaro.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Cannavaro.jpg)
Fabio Cannavaro – O central surgiu no Napoli, mas fez o seu nome no futebol em Parma. Chegou ao Ennio Tardini aos 22 anos e permaneceu por lá por sete temporadas. Tornou-se titular absoluto da seleção italiana, disputando dois Campeonatos do Mundo quando ainda estava no clube.
![[Imagem: veron.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/veron.jpg)
Juan Sebastián Verón – Dono do meio-campo do Parma, Verón defendeu os gialloblù por apenas uma temporada, após um período de baixo rendimento na Sampdoria. Tempo suficiente para marcar o seu nome na história do clube, com a conquista de dois títulos. De lá, partiu para a Lazio.
![[Imagem: AP01110703845.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/AP01110703845.jpg)
Júnior – A gratidão dos adeptos do Parma com o lateral brasileiro é enorme. Não apenas pelos quatro anos de serviços prestados, mas pela importância na última grande conquista do clube. Júnior marcou o golo da vitória na Coppa Itália de 2001/02, na final contra a Juventus.
![[Imagem: nakata.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/nakata.jpg)
Hideotoshi Nakata – O craque japonês viveu os seus últimos momentos de glória no Ennio Tardini. Após passar pelo Perugia e pela Roma, o médio tornou-se a contratação mais cara da história do clube, posto que sustenta ainda hoje. Por €32,2 milhões, auxiliou na conquista de uma Coppa Itália.
![[Imagem: Adriano.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Adriano.jpg)
Adriano – O Imperador passou pouco tempo no Ennio Tardini, mas o suficiente para explodir no clube. O jovem tornou-se a revelação numa linha ofensiva potentíssima, ao lado de Mutu e Gilardino. Ajudou o clube a ser duas vezes 5º classificado na Serie A, antes de partir para o Inter.
![[Imagem: cassano.jpg]](http://trivela.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/02/cassano.jpg)
Antonio Cassano – O último grande ídolo do Parma chegou ao clube em fim de carreira. Mesmo assim, Fantantonio liderou a equipa na ótima campanha da Serie A 2013/14, que lhe valeu uma convocatória para o Mundial de 2014. A crise, entretanto, abreviou a sua passagem pelos gialloblù, diante do possível regresso ao Bari, clube da sua cidade natal. [/noticia][/B]
Até me doi o coração.
"Azul, branca, indomável, imortal, como não pôr no Porto uma esperança se "daqui houve nome Portugal"?"
